A economia a gente vê depois: Governadores e Prefeitos ainda não se pronunciaram em como vão ajudar a população: “o depois chegou, e agora?”

Os brasileiros querem saber como os Estados e municípios vão ajudá-los nessa jornada difícil até o reequilíbrio pós-pandêmico

Um jargão usado por governadores e prefeitos durante a pandemia ficou conhecido como “a economia a gente vê depois”, o momento de uma mobilização nacional para ajudar a população em geral e principalmente os informais que mais sofreram nesse período ainda não obteve nenhuma indicação de como serão ajudados pelos entes federativos, o presidente Bolsonaro foi muito atacado ao querer cuidar da saúde e da economia simultaneamente e muitos comerciantes chegaram a bancarrota pelas medidas restritivas de Estados e Municípios, volta e meia os governantes voltavam a dizer que a economia poderia ser vista após a pandemia.

Os brasileiros desse grupo querem saber como os Estados e municípios vão ajudá-los nessa jornada difícil até o reequilíbrio pós-pandêmico, os Estados oneram principalmente na cobrança do ICMS e IPVA e municípios na cobrança de impostos como IPTU e ISS, o governo federal foi responsável pelas compras de vacinas, desoneração de impostos como o do gás de cozinha que foi zerado e a transferência de renda de cerca de 200 bilhões que incluem o auxílio emergencial que ajudou essa parcela informal a subsistir nesse momento difícil.

Em conversa com um camelô do interior do RN, ele disse que a situação é calamitosa e que não tem ajuda do prefeito do município nem da Governadora petista: “se não fosse Bolsonaro nós tava lascado, o Prefeito e a Governadora não ajudaram em nada”, o certo é que a economia está no momento do depois, e agora?

Fonte: Terra Brasil Notícias – terrabrasilnoticias.com

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