Metanálise aponta eficácia da ivermectina

“Sabe o que é mais triste disso tudo? É pensar que vamos ver jornalistas dessa velha imprensa criminosa morrendo de raiva porque a ivermectina está salvando vidas.”

O jornal Open Forum of Infectious Diseases, da Universidade de Oxford, divulgou mais uma metanálise apontando a eficácia da ivermectina no tratamento da Covid-19. Conforme a pesquisa publicada nessa terça-feira (6), o uso do medicamento reduz pelo menos 56% na mortalidade dos pacientes.

Além de reduzir a mortalidade, os pesquisadores apontam ainda que o uso da ivermectina também favorece uma eliminação viral mais rápida, influenciando diretamente a rápida recuperação e a redução na hospitalização dos pacientes.

A metanálise investigou o uso da ivermectina em 24 ensaios clínicos randomizados, com 3328 pacientes. O estudo foi assinado por cientistas de seis universidades do Reino Unido. São elas: University of Liverpool, University Hospital of Wales, University College London Hospital, Chelsea and Westminster Hospital, Imperial College e University of Oxford.

“Dia ruim para quem politiza tratamento médico. Eu não sei exatamente qual é a linha de corte que a imprensa escolheu para considerar um tratamento ‘cientificamente comprovado’, mas está ficando cada vez mais difícil de esconder o erro”, escreveu o analista político Paulo Figueiredo Filho..

O jornalista Max Cardoso lamentou durante o Boletim da Manhã de quarta-feira (7) a postura da velha mídia diante de informações científicas como essa.

“Sabe o que é mais triste disso tudo? É pensar que vamos ver jornalistas dessa velha imprensa criminosa morrendo de raiva porque a ivermectina está salvando vidas. Vejam a hipocrisia desse pessoal, vejam a psicopatia, porque isso é atitude de psicopata. Não vejo do que mais eles precisam para entender que a ivermectina salva vidas”, apontou Max Cardoso.

Fonte: Terça Livre – (Por Brehnno Galgane – tercalivre.com.br)

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1 COMENTÁRIO

  1. Vários outros medicamentos passaram pelo mesmo processo de metanálise para ver se valeria a pena fazer um estudo maior, depois quando foi feito o estudo de fato viu-se que esses não eram eficientes e não serviam ao propósito. No artigo se lerem até o final vão ver que os pesquisadores dizem que precisa ser feito um estudo maior para comprovar a hipótese, ou seja o artigo não comprova a eficácia do remédio, ele apenas levanta a hipótese. Antes de se testar devidamente não deve ser utilizado, utilizar um medicamento sem saber o que de fato acontece pode promover uma “seleção” criando uma cepa mais resistente.

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