Mendes declara patrimônio de R$ 113 milhões e Taques diz ter R$ 361 mil

Candidato ao governo do Estado pelo grupo dissidente na Coligação Pra Mudar Mato Grosso (DEM, PDT, PSD, MDB, PSC, PMB E PHS), Mauro Mendes (DEM) declarou ao Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) ter um patrimônio de R$ 113,4 milhões.

De acordo com as informações do Sistema de Candidatura (Candex), deste total, R$ 105 milhões são ações de empresas. A casa do politico está avaliada em R$ 2,8 milhões.

Comparado ao ano de 2012, quando disputou à prefeitura de Cuiabá, Mendes teve uma redução de R$ 3,4 milhões em bens, já que na época declarou possuir um patrimônio de R$ 116,8 milhões.

Já o seu vice, Otaviano Pivetta (PDT), que foi considerado por anos como o prefeito mais rico do Brasil, declarou R$ 379 milhões em bens, um aumento de R$ 20 milhões nos últimos dois anos, já que em 2016, declarou ter R$ 359 milhões. Em 2012, quando foi eleio prefeito, seu patrimônio era de R$ 321 milhões.

Porém, em 2010, quando disputou o governo do Estado como vice do próprio Mauro Mendes, o patrimônio de Pivetta era maior, cerca de R$ 415,7 milhões.

O governador Pedro Taques teve uma redução em seu patrimônio de 63,9% comparado ao ano de 2014. Isto porque Taques declarou possuir apenas R$ 361 mil: um apartamento no valor de R$ 359 mil e R$ 2 mil em numa conta corrente. Em 2014, quando foi eleito governador, seu patrimônio era de R$ 1 milhão.

Já seu vice, Rui Prado (PSDB), teve um aumento em 1000% no seu patrimônio nos últimos 4 anos. Isso porque em 2014, quando disputou o senado pelo PSD, Prado tinha registrado no TRE um patrimônio de pouco mais de R$ 1 milhão. Agora, o tucano apresentou seus bens em R$ 11 milhões.

Wellington Fagundes (PR) já havia declarado ter R$ 8,9 milhões em bens, um aumento de pouco mais de R$ 300 mil em relação a 2014, quando eleito senador. Sua vice, a servidora Sirlei Theis (PV) declarou R$ 425 mil em bens.

Já Moisés Franz (PSOL) tem R$ 77,5 mil registrados em seu nome. Já o seu vice, Vanderley da Guia (PSOL) declarou ter R$ 200 mil em bens.

Fonte: GD (Pablo Rodrigo)

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