Ministro nega liberdade a Mauro Savi, que pede reconsideração

O ministro Humberto Martins, da 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou uma liminar impetrada pela defesa do deputado estadual Mauro Savi (DEM), que busca a liberdade no âmbito da operação Bereré, pela qual está preso desde o dia 9 de maio. A decisão foi proferida na terça-feira (31), com previsão de publicação no próximo dia 3.

Já nesta quarta-feira (1º), a defesa do parlamentar, patrocinada pelo advogado Paulo Fabrinny, ingressou com um pedido de reconsideração, ou seja, que o magistrado reveja sua posição e mande soltar Savi da cadeia.

Ele está preso no Centro de Custódia da Capital (CCC), juntamente com outros alvos da operação, como o ex-chefe da Casa Civil Paulo Taques, o advogado Pedro Jorge Taques, o empresário Roque Anildo Reinheimer.

Mauro Savi e os irmãos Taques ainda aguardam uma decisão da ministra Rosa Weber, Supremo Tribunal Federal (STF), em relação ao pedido de extensão do habeas corpus concedido ao empresário José Kobori, na última sexta-feira (27). Ele também é acusado pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de participar de um suposto esquema de propina no contrato entre o Departamento Estadual de Trânsito (Detran/MT) e a EIG Mercados, concessionária do serviço de registro de contratos de financiamentos de veículos em Mato Grosso.

O deputado Savi precisa sair da cadeia para realizar sua campanha de reeleição à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Mesmo preso, na terça-feira (31), o Democratas (DEM) autorizou que ele se candidate neste ano. O documento registrado em cartório é assinado pelo presidente da sigla em Mato Grosso, deputado federal Fábio Garcia.

No texto, o partido ressalta que a candidatura ainda precisará ser homologada na convenção estadual, que ocorre no sábado (4), em Cuiabá. Se tiver seu nome aprovado, o deputado pode usar isso como argumento para deixar a cadeia.

Fonte: GD (Pablo Rodrigo)

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