Lideranças políticas e do agro declaram apoio a Wellington Fagundes

Pré-candidato ao Governo do Estado, senador Wellington Fagundes debate com lideranças locais ações de resgate para Sapezal e região  

A força do municipalismo e o trabalho em parceria entre prefeituras, governo do Estado e Federal, visando o desenvolvimento regional, foi o principal tema da reunião realizada pelo senador e pré-candidato ao Governo do Estado, Wellington Fagundes (PR), em Sapezal (470 quilômetros ao noroeste de Cuiabá), na manhã deste sábado (28).

O senador aproveitou a ocasião para parabenizar os trabalhadores do agronegócio pelo Dia do Agricultor, comemorado no dia 28 de julho, e participou de atividade festiva em Sapezal, município cuja base econômica é a agropecuária e está entre os 10 maiores exportadores de grãos de Mato Grosso.

Wellington Fagundes frisou que sua chapa está sendo formada, mas que o principal para sua candidatura é ter um plano de governo que viabilize o desenvolvimento do Estado. “Vamos discutir ideia e estamos abertos para quem quiser fazer o melhor pelo Estado. Sou um parceiro, estamos em pré-campanha e visitando os municípios. O momento é de definir coligações, conversar com todos que tenham uma proposta efetiva para o desenvolvimento do Estado e assim formar uma aliança forte e que acima de tudo traga confiança para a população”.

No evento ele ouviu demandas e pleitos antigos e recebeu o aval de lideranças, que reconhecem no senador um mato-grossense experiente e com bastante trabalho voltado à melhoria das vias de escoamento da produção agropecuária, segmento que sustenta a economia estadual. O pré-candidato do PR foi muito elogiado por sua atuação em todos os cantos de Mato Grosso.

O senador fez questão de assegurar que durante toda a campanha fará um trabalho de propostas, com ideia e sugestões de todos os segmentos que possam ajudar a reconstruir o Estado.

“Estou me apresentando, mostrando todo meu trabalho já realizado por Mato Grosso. Temos um Estado grandioso, repleto de oportunidades. Não gosto de usar a palavra ‘crise’ como muleta ou desculpas, o que há nesse momento é falta de diálogo e falta de compromisso com cada mato-grossense. Governar é eleger prioridades, como cada um de vocês fazem em casa, no caso do Estado, saúde, educação, segurança e infraestrutura são áreas essenciais e inegociáveis”, pontuou Fagundes.

O prefeito de Sapezal, Valcir Casagrande (PSC), destacou o novo momento político vivenciado pelo Estado, no qual a união deve ser protagonista das ações, deixando de lado questões políticas e partidárias. A ação e o trabalho devem estar voltados à região, à cidade e a sua população. “Nós, produtores rurais, contribuímos muito para a melhoria da infraestrutura, mas não tivemos nada de retorno. Temos um problema seríssimo no Estado e por isso o perfil municipalista e trabalhador do senador Wellington vem ao encontro das necessidades e expectativas que cada um de nós tem em ter um governante que olhe para o interior, que tenha palavra, tenha objetivos e termine o que começou. Se ele homologar sua candidatura, terá meu apoio e de Sapezal”.

Casagrande disse que muitos produtores reduziram o número de empregados, para tentar conter a alta do custo de produção, sempre majorado pela falta de condição ideal para o escoamento da produção. “O Estado recebe ICMS e Fethab gerados pelo agro, mas fica tudo lá. O Estado não teve capricho dentro de sua gestão. Vamos votar em pessoas que pensem no Estado como um todo, que sejam arrojadas e vemos essas características no senador Wellington. Sei que o senhor é um municipalista e essa condição faz o seu grande diferencial para as necessidades das cidades mais afastadas do eixo com a Capital”.

O senador Wellington Fagundes destacou ainda que Mato Grosso sofre com a falta de retorno da União em relação aos recursos constitucionais do Fex, o auxílio de compensação financeira que os estados que são grandes produtores de matérias primas recebem do governo federal. “A União não repassa no volume e no tempo que deveria fazer. Como senador me dediquei e me dedico para o destravamento desses recursos, são milhões anuais, e que sei que fazem a diferença para Mato Grosso e seus municípios. Não fossem esses recursos que estão sendo repassados, poderíamos realmente falar em crise”.

“Brigar pelo FEX de Mato Grosso foi uma obrigação que tomei pra mim, porque ninguém estava liderando essa guerra junto à União e esses recursos são legítimos e completam a receita pública do nosso Estado e fazem diferença no planejamento dos investimentos”, frisou Wellington.

A falta de atenção em relação à infraestrutura logística, setor carente de ações de longo prazo e que venham a resolver os problemas de escoamento da safra, foram as principais demandas apontadas pelos presentes na reunião: prefeitos, vereadores e representantes do agronegócio estadual.

Apesar da força econômica, a região, que congrega ainda outros municípios produtores, como, Campos de Julio e Campo Novo do Parecis, sofre com a falta de obras estruturantes em relação à trafegabilidade, que entre uma safra ou outra, fica limitada ora por buracos, ora por atoleiros.

O prefeito de Campos Julio, José Odil (PP), disse que o termo simplicidade é o que melhor define o senador Wellington. “Há dois anos eu já havia tomado minha decisão e votei nele para senador e agora, com as eleições apontando e todo esse emaranhado que se tornou a política do Estado, não tenho dúvidas de que o perfil do senador, com trabalho comprovado pelo Mato Grosso, com sua experiência em Brasília, poderemos ter um momento de renovação política, que é importante, como também o de ter um líder que olhe para todos os cantos do Estado, entendendo que as demandas são diferentes e urgentes”.

Ainda em sua fala, Wellington destacou que o gestor público tem que ter uma grande capacidade de diálogo, “o governante tem que ser um agente catalisador, agregar pessoas, aproximar o poder público da sociedade por meio de resultados, porque Mato Grosso cresce, é um estado viável e tem plena condição de atender a sua população”.

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