Adilton Sachetti desiste de compor chapa com Mauro Mendes

O deputado federal Adilton Sachetti (PRB) comunicou que não irá mais compor chapa com o ex-prefeito Mauro Mendes (DEM), pré-candidato ao governo do Estado.

“Sentamos com Mauro Mendes hoje pela manhã e ficou decidido que não vamos caminhar com ele. Mauro foi sincero em dizer que não consegue adequar o Sachetti no grupo e por isso vamos buscar espaço em outro caminho”, disse o parlamentar.

O pré-candidato ao Senado afirma que buscará uma aliança com Wellington Fagundes (PR) ou até uma chapa avulsa. “Podemos construir uma chapa avulsa ou compor na coligação do Wellington”, explica.

As duas novas possibilidades surgem após dificuldades em fechar aliança com Mauro Mendes – que já tem em sua chapa os pré-candidatos ao Senado, Jayme Campos (DEM), e Carlos Fávaro (PSD) – e após colocar ponto final nas conversas com o pré-candidato à reeleição Pedro Taques (PSDB), que tem o deputado federal Nilson Leitão (PSDB) e a juíza aposentada Selma Arruda (PSL) como nomes garantidos para a disputa ao Senado.

“Eu tenho conversado com o Wellington, com o grupo dele. Graças a Deus, nunca me fechou as portas. Não tenho porta fechada com ninguém. Fui até o Pedro Taques outro dia, conversei olhando no rosto dele, dizendo os motivos pelo qual não iria com ele neste momento. E a gente não tem porque não dizer que tem outra possibilidade de ir com o Wellington. Tem a possibilidade de candidatura avulsa também. É possível, já tem exemplos aqui de outros tempos. Então, tem possibilidade da gente disputar”, disse em entrevista à Rádio Capital FM, nesta quinta-feira (26).

Questionado sobre as alianças que faria para lançar uma candidatura avulsa, ou seja, desvinculada de qualquer outro candidato majoritário, Sachetti explicou que seria com os pequenos partidos, que geralmente são os últimos a agregar às coligações.

“Só depois que define as majoritárias é que vêm as frentinhas. Então, ainda tem tempo de compor pra que a gente tenha tempo de televisão pra nos apresentar como candidato ao Senado”, finalizou.

Fonte: GD (Pablo Rodrigo e Celly Silva)

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