PSL veta PSDB e mais 8 siglas dificultando candidaturas de Selma e Galli

COLIGAÇÕES BARRADAS

As candidaturas da juíza aposentada Selma Arruda para o Senado e do deputado federal Victório Galli que tentará a reeleição, estão prestes a ‘naufragarem’. Isso porque uma resolução nacional do PSL, do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL/RJ), baixou um decreto proibindo que a sigla coligue com 9 partidos no Estado. Dentre eles, o PSDB do governador Pedro Taques, que sonha com a ex-magistrada no senado.

A resolução foi assinada pelo presidente nacional da comissão Executiva Nacional provisória, Gustavo Bebbiano Rocha. Estão vetadas as alianças com PT, PC do B, PDT, PSTU PCB, PCO, Psol, Rede Sustentabilidade e o PSDB.

“As deliberações das Convenções Estaduais que contrariarem o presente comunicado poderão ser anulados pela Comissão Executiva Nacional do PSL, nos termos do art. 1º, § 2º, da Resolução CEN nº 002/2018”, diz trecho do comuicado oficial.

Com isso, o PSL corre o risco de ficar isolado em Mato Grosso, já que dentre os pré-candidatos ao governo, Pedro Taques (PSDB), senador Wellington Fagundes (PR), Mauro Mendes (DEM) e Procurador Mauro (Psol), todos teriam restrições.

Taques chegou a se reunir com Selma Arruda e lhe ofereceu a vaga ao Senado para disputar ao lado do deputado federal Nilson Leitão (PSDB) que também disputará o senado.

á em relação a Fagundes, apesar de o PR naõ ter restrições, a composição deverá contar com o PC do B, que tem a ex-reitora da UFMT, Maria Lúcia (PCdoB) como pré-candidata ao Senado e o PT.

Em relação a Mauro Mendes, o DEM terá o PDT em seu palanque, que também é pela nacional do PSL. Já o procurador Mauro (Psol) estaria descartado, também por conta das restrições.

De acordo com a resolução CEN 02/2018, “a formação das coligações para a disputa das eleições majoritárias e proporcionais nos estados deverá ser previamente autorizada pela Comissão Executiva Nacional, que deliberará por maioria simples, sob pena de anulação da deliberação realizada em Convenção Estadual, nos termos do art. 7º da Lei nº 9.504/1997 e do art. 10 da resolução TSE nº 23.548/17”.

Caberá a Victório Galli tentar convencer o PSL nacional a mudar de ideia e liberar a aliança com os tucanos Mato-grossenses.

A reportagem tentou falar com o deputado Victório Galli, que é presidente do PSL em Mato Grosso, mas as ligações não foram atendidas.

Fonte: GD

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