TAQUES INVESTIGADO: Restrição de foro traz dúvidas sobre os grampos

Com a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em restringir o foro privilegiado de governadores a fatos ocorridos no exercício do cargo, o assunto “grampolândia pantaneira” voltou a circular nas rodas de conversas em Mato Grosso.

Juristas e jornalistas começaram a questionar se o inquérito contra o governador Pedro Taques (PSDB) que está no STJ será remetido de volta ao Judiciário mato-grossense ou se continuará na Corte Superior.

Há quem aposte que as investigações serão remetidas para a Justiça de Mato Grosso, já que os delitos investigados, foram em tese, praticados no período em que Taques já estava no comando do Palácio Paiaguás. Mas também há quem diga que permanecerão no STJ já que as escutas teriam começado ainda na campanha eleitoral de 2014 quando Taques era candidato.

Diante da incerteza, resta aguardar o Ministério Público Federal se manifestar. O STJ autorizou abertura de inquérito para investigar o governador na grampolândia pantaneira em setembro de 2017. À ocasião, o próprio Taques anunciou que ele pediu para ser investigado diante da proporção que o caso ganhou com prisões de secretários de Estado e ex-integrantes do staff de Taques.

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