Falta de tornozoleiras no DF beneficia réu de MT

A falta de tornozeleiras eletrônicas em Brasília é um problema que se arrasta há pelo menos 2 anos. O tema ganhou destaque em julho de 2017 com a prisão do bicheiro Carlinhos Cachoeira. Na época, depois de ficar preso no Rio de Janeiro, a Justiça converteu a prisão preventiva em domiciliar, mas o Distrito Federal não tinha tornozeleiras eletrônicas.

De lá pra cá, os equipamentos continuam faltando. E quem está se beneficiando dessa falta de tornozeleiras é o ex-secretário de Planejamento de Mato Grosso, Arnaldo Alves de Souza Neto.

Ele foi preso na 4ª fase da Operação Sodoma em setembro de 2016 quando já estava morando em Brasília. Depois obteve o direito de usar tornozeleira, mas até hoje continua sem o monitoramento.

O juiz Jorge Tadeu, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, abriu prazo para o MP se manifestar sobre a “mordomia” do réu mato-grossense que mora no DF e continua livre e solto.

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