Brasil e preconceito

Discriminar é a maior expressão de violência. O preconceito evidencia um fardo pesado para o País

*Por Graci Miranda

“Só vale a pena ser agente público, se for agente de transformação.” (Ada De Luca, Deputada, SC.09/04/2018).

O preconceito está vinculado à atitude de discriminação. Cadê os eleitos do Estado, e, ações transformadoras no recinto acadêmico? Quantas escolas de qualidade há no Brasil? O preconceito é proveniente da quantidade de analfabetos.

Discriminar é a maior expressão de violência. O preconceito evidencia um fardo pesado para o País. Importante é exterminá-lo de nossas posturas. É maravilhoso que somos um País de: pardos, pretos e índios. Brasil multicores. Relevante é: não existe um preto na Lava-jato, sentimos orgulhosos.

A emoção de amar o próximo e aceitá-lo, com todos seus mistérios, é fascinante, e o mundo tornará mais colorido e repleto de esperanças.

Os políticos necessitam ter ações, que priorizem nas suas agendas: inclusão de políticas públicas, tudo para banir o preconceito. Alguns políticos fazem seus ‘planejamentos’ para reeleger-se, estes deveriam elaborar mais projetos para as escolas, então: igualdade e fraternidade. É relevante os Poderes e empresários envolverem-se mais com as classes menos favorecidas. Basta dizer que alguns políticos são empresários.

Quão importante observar que, no Brasil as imagens dos homens são frequentes, (Galeria de fotos) adentre no Tribunal de Justiça/MT.

As desembargadora são competentes, estão preparadíssimas para exercer à presidência. A realidade é indiscutível. A galeria necessita estar mais florida. Desde (1878/2015), 1,6% mulher, presidente, e, homens 98,4%. Igualdade?

Mais ainda, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso-MT? (lancem olhares na galeria: dos Ex-presidentes-AL-MT, (1947/2017), não inexiste mulher na presidência). É lamentável. Os números/imagens são reveladores. Cadê igualdade?

Em Mato Grosso, 24 deputados, sendo que, somente uma mulher foi eleita. Importante observar que, (17) dezessete são de outras localidades. Existem na Assembleia Legislativa de Santa Catarina/SC, também às diferenças, são 40 deputados e 4 mulheres. Cruel a diferença. Conforme a deputada de SC, Ada de Luca, (09/04/2018).

”Fazer parte da vida parlamentar é um desafio, ainda mais enquanto mulher e fazendo parte do maior partido de Santa Catarina, (…) fui a primeira mulher eleita deputada estadual (…) enfrentei um certo preconceito no primeiro momento, quando disputei a primeira eleição(…). Conquistei meu espaço e o respeito de todos. Faço-me ser ouvida, mas sempre respeitando a posição do outro.”

Há resquícios de ‘coronelismo’ e ‘preconceito’ em todo Brasil. Será que, alguns dirigentes do País estão ignorando a injustiça? O presidente do Brasil está com alguns ‘assessores’, ou na cadeia ou investigados.

Segundo, Sigmund Freud, (1856-1939). “O caráter de um homem é formado pelas pessoas que escolheu para conviver”.

Será que é por isto que existe tanta injustiça no Brasil

Celeridade, é necessário encurtar a gritante diferença nos Poderes. Independente de cor da pele, ou origem, todos necessitam de oportunidades.

*Graci Ourives de Miranda é professora

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