Conselheiro afastado do TCE alega viver ‘um inferno’

Valter Albano, 1 dos 5 conselheiros do TCE-MT delatados pelo ex-governador Silval Barbosa e afastados dos cargos em setembro do ano passado, por determinação do ministro Luiz Fux, sob suspeita de terem recebido R$ 53 milhões em propina, alega que sua vida virou um inferno.

Ele e os demais integrantes do TCE tentam voltar ao cargo e negam terem recebido propina de Silval para não paralisar o andamento de obras de infraestrutura e para aproverem as contas do ex-gestor. No entanto, o Supremo demonstra não ter pressa em apreciar os pedidos dos conselheiros.

Por isso, Valter Albano protocolou petição no Supremo endereçada ao ministro Luiz Fux e alegou estar vivendo “um verdadeiro calvário de exposição midiática, pessoal, profissional e familiar, desde que foi alvo da Operação Malebolge em 14 de setembro de 2017, a 12ª fase da Operação Ararath.

Conforme o conselheiro afastado, sua situação resulta num “martírio absolutamente injustificável, que não pode perdurar indefinidamente. Minha vida virou um inferno, não posso sair à rua, frequentar um restaurante ou mesmo um shopping de vergonha por algo que não cometi”, desabafa.

Fonte: GD

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